Ecos do Grito N.º 62

Informativo nº. 62 – Setembro/2007

“Isto não VALE! Queremos Participação no destino da Nação”.

Olá articuladores/as do Grito!

Estamos um pouco atrasados em repassar os informes que por aqui chegaram. Daqui uns dias vamos também disponibilizar as fotos na página do Grito. Agora estamos apurando os resultados do Plebiscito. Deixamos a frase do articulador Waldemar Simão (Júnior) de Curitiba/PR: “Não pode haver independência enquanto houver no país tantos marginalizados”

Aqui vão alguns ecos do Grito pelo Brasil, que já chegaram

SUL

Blumenau/SC: O Plebiscito foi organizado em 70% dos municípios catarinenses, com 2000 urnas e 4 mil voluntários.
Em Blumenau, o ato do Grito começou às 9h, com desfile de protestos com os temas da privatização da Vale do Rio Doce, lembraram a greve dos motoristas do transporte coletivo de maio, e por melhores condições de trabalho para o funcionalismo público municipal e nas empresas têxteis.

Chapecó/SC: O bloco do Grito desfilou pelas ruas da cidade e reivindicou a demarcação de terra para as comunidades indígenas e anulação da privatização da Vale do Rio Doce. Os professores estaduais gritaram contra a não valorização da categoria e os professores municipais contra a terceirização da merenda escolar e a não realização de eleição direta de diretores, bem como pela redução da violência no trânsito.

Joinville/SC: O Grito aconteceu com 2 mil pessoas, os manifestantes estavam vestidos de preto e desfilaram na Avenida Beira Rio.

Lages/SC: O ato do Grito aconteceu na Av. Dom Pedro II, cerca de 100 pessoas, entre estudantes, movimentos sociais e sem terra, fizeram o percurso contrário ao desfile oficial.

Porto Alegre/RS: Em Porto Alegre participaram do grito cerca 1500 pessoas que se reuniram ao lado da prefeitura e caminharam depois do desfile oficial ao longo da Av. Loureiro da Silva, cerca de 20 quadras de ruas centrais da cidade, gritando o que Vale e o que não Vale para um projeto popular para o Brasil. O ato encerrou-se no Parque Farroupilha com uma cerimônia de partilha do pão.
No Estado do Rio Grande do Sul, o Plebiscito, além das quatro perguntas, trabalhou uma quinta, sobre os pedágios.

Curitiba/PR: No Estado do Paraná, o Plebiscito ocorreu em 80% dos municípios.
Em Curitiba, o bloco do grito com cerca de 800 pessoas se reuniram no Parque Metropolitano e saíram em passeata por áreas de ocupação nas margens do Rio Iguaçu, como a região de Icaraí e Vila Audi até a reserva indígena do Cambuí, onde estão cerca de 150 pessoas de etnias guarani e kaingang. Neste ano decidiram fazer o grito na periferia, ao invés de disputar o espaço no desfile oficial.

Uruarama/PR: O Grito aconteceu nas Paróquias do município, e reuniu representantes de nove paróquias da cidade, na Av. Mascare Moraes, em frente à Igreja São Paulo Apóstolo.

SUDESTE

São Paulo/SP: As atividades do Grito na capital paulistana tiveram início no dia 05/09, com a 10ª Romaria a Pé, que saiu do bairro de Perus até à catedral da Sé. No dia 07/09, Missa na Catedral, onde, no momento do ofertório, 25 pessoas portaram uma imensa faixa verde e amarela até o altar, em procissão, enumerando as principais reivindicações do povo, por trabalho, terra, moradia, paz, justiça, saúde, cidadania, ética, educação e soberania. Levaram também uma urna para coleta de votos do Plebiscito e entregaram a Dom Luiz Stringhini. Após a celebração, os manifestantes saíram em caminhada até o Museu do Ipiranga, onde foi dado o famoso Grito “Independência ou Morte”. Ao todo participaram cerca de 13 mil pessoas.

Aparecida/SP: Estiveram no Santuário cerca de 97 mil romeiros, no dia 07/09, que de alguma forma participaram das atividades do Grito ou da 20ª Romaria dos Trabalhadores. As manifestações tiveram início às 6hs30 no Porto Itaguacú, local onde a imagem da Santa foi encontrada. Em caminhada, os participantes saíram pelas ruas da cidade. Na entrada do Pátio da Basílica aconteceu o Grito dos Desempregados e na seqüência foi dado o Grito dos Excluídos no palanque junto a Basílica, tendo como pontos fortes a motivação do gesto simbólico: cartões vermelhos para as privatizações de nossas riquezas, como a Vale do Rio Doce; para as Dívidas Interna e Externa; Tratados de Livre Comércio; FMI; Migração Forçada; Reforma da Previdência; altas tarifas de energia elétrica; e os cartões verdes para a Soberania Nacional; Saúde; Educação; Emprego e Moradia; Reforma Agrária e Urbana; Integração dos Povos; Tarifas Sociais. Na seqüência, cinco pessoas de várias cidades, representantes de diferentes categorias, depositaram seus votos numa grande urna, as atividades foram encerradas com a celebração da 20º Romaria, no Santuário Nacional. Não foi permitido a coleta de votos do plebiscito nos limites da área do Santuário.

Campinas/SP: O Grito a cada ano junta mais gente. Neste ano, os blocos organizados percorreram várias ruas do centro da cidade logo após o desfile oficial, incentivando as pessoas a votarem no Plebiscito. Gritando contra as privatizações e por participação no destino da nação.

Presidente Venceslau/SP: O Grito aconteceu no dia 01/09, na região do Pontal, onde a luta pela reforma agrária é uma das mais intensas, e para reafirmar aconteceu no assentamento Che Guevara, em Mirante do Paranapanema. Os participantes gritaram pelos três principais problemas da região com o lema “Terra para os acampados, Biodiesel para os Assentados e Dignidade aos Assalariados”

O Grito ecoou também nas cidades paulistas de Osasco, Carapicuíba, Barueri, Itapevi, Franco da Rocha, Taboão da Serra, Piracicaba.

Rio de Janeiro/RJ: Na Av. Presidente Vargas aconteceram dois desfiles, um da oficialidade e outro dos excluídos, no sentido contrário, em direção à estatua de Zumbi dos Palmares, na Praça Onze, onde haviam centenas de manifestantes dos movimentos sociais, sem terra, sem teto, militantes negros, feministas, sindicalistas.
Outra manifestação ocorreu no Aterro do Flamengo, na altura do Museu da República, com o objetivo de denunciar a privatização da CVRD.

Macaé/RJ: O Grito aconteceu pela primeira vez na cidade, na Av. Agenor Caldas, após o desfile oficial. Os manifestantes questionaram o que vale e o que não vale na sociedade brasileira e durante o percurso recolheram votos para o Plebiscito.

Belo Horizonte/MG: Era grande a quantidade de pessoas que participaram do protesto, caminhando pelas ruas do Centro da cidade, até a Praça Sete, levando faixas e apitos. Cada parada que fizeram ao longo da caminhada representou um grupo de pessoas excluídas, sem casa, moradores de vilas, índios, negros, desempregados e jovens. Neste ano, a reivindicação foi por uma participação popular nas decisões políticas e econômicos do país.

Montes Claros/MG: O Grito aconteceu no pátio da prefeitura, na Av. Sanitária, durante o desfile, por lá protestaram também contra a alta taxa de energia cobrada pela Cemig.

Vitória/ES: As atividades do Grito se estenderam durante toda a semana, com urnas instaladas pela cidade, houve participação no Dia da Cidadania GLBT para exposição do tema e coleta de votos. No dia 7, os participantes do Grito se concentraram no local do desfile oficial, seguindo em caminhada até o palanque oficial, encerrando com uma confraternização entre os manifestantes.

CENTRO OESTE

Brasília/DF: O Grito aconteceu com 2 mil pessoas, que caminharam pela Esplanada dos Ministérios na pista paralela ao desfile militar, contou com a participação de mulheres de controladores de vôo, afim de mostrar a exclusão que seus maridos vêm sofrendo na área militar. Os manifestantes foram proibidos de avançar até o local onde acontecia o desfile oficial, bem como de coletar votos nas arquibancadas, mas a semana da pátria em Brasília e cidades satélites, foi uma semana de cidadania.

Goiânia/GO: A concentração do Grito aconteceu em frente ao Banco Bradesco (um dos avaliadores e compradores da Vale do Rio Doce) e percorreu as ruas da Av. Goiás em direção a Av. Paranaíba. Na parada sob as lonas do Mercado Aberto, o Coral de Crianças da Paróquia Sagrado Coração de Jesus cantou músicas infantis. Houve também apresentações de malabaristas, pernas de pau e capoeiristas do circo Laetô.

Dourados/MS: O Grito aconteceu pelas ruas da cidade com faixas de protesto contra a privatização da Vale faixas e outras bandeiras de lutas.

Cuiabá/MT: O Grito aconteceu do outro lado da Av. do CPA, cerca 700 pessoas vaiaram o prefeito e o governador, tendo em vista o aumento da tarifa dos coletivos, gritando “que soja não enche a barriga do povão”. Durante a caminhada os manifestantes levaram nas mãos dois cartões, um verde (o que vale) – reforma agrária, educação, redução de energia elétrica, etc, e outro vermelho (o que não vale) – privatizações, latifúndio, agro negócio. No Estado o plebiscito aconteceu em 51 municípios.

NORTE

Belém/PA: No Estado do Pará, 50 mil pessoas participaram do Grito. Em Belém um dos pontos forte foi o Grito contra a reforma da previdência , usando como símbolo uma carteira de trabalho gigante.
Aconteceu o Grito também nas cidades do Oeste do Pará, em Alenquer, Boim, Belterra, Monte Alegre, Arapixuna, Mojuí dos Campos, Santarém, Marabá, Óbidos, entre outros.

Manaus/AM: O Grito ecoou com teatro, dança e música para denunciar a situação de exclusão na cidade, o descaso em relação ao transporte público, morosidade na justiça, violência contra mulher, falta de água, saúde e segurança.

Rio Branco/AC: A concentração foi na Praça da Revolução, onde houve apresentação teatral e foram instaladas quatro urnas no local do desfile oficial, para recolher os votos do plebiscito da Vale.

Roraima/RR, cerca de mil pessoas se concentraram na periferia da cidade e caminharam paralelamente ao desfile oficial, fazendo ecoar com firmeza suas denúncias.

Macapá/AP, O Grito aconteceu com 400 pessoas, caminharam pela cidade, tiveram apresentações artísticas e de grupos de crianças, bem como foi feita a coleta dos votos ao longo do percurso.

Calçoene/AP: Cerca de 200 pessoas participaram do ato do Grito caminhando pela cidade com faixas dos movimentos e pastorais presentes e coletaram votos durante a manifestação.

NORDESTE

Salvador/BA: O Grito adentrou na Av. Sete de Setembro até a praça Castro Alves, após o desfile oficial, com palavras de ordem contra a transposição do Rio São Francisco e a privatização da CVRD, contra a construção de mais presídios, contra a Emenda 3 que trata de relações trabalhistas. Ao longo da caminhada os participantes se dividiram em alas de diversas pastorais, movimentos e partidos.

Itabuna/BA: O Grito aconteceu, mesmo debaixo de muita chuva.

Aracaju/SE: No dia 06/09, aconteceu o Grito, realizado na Praça General Valadão e os temas trabalhados foram reestatização da CVRD, o pagamento dos juros da dívida externa e interna, a privatização das companhias de energia, reforma da Previdência e Transposição do Rio São Francisco.

Maceió/AL: O bloco do Grito contou com 100 mil pessoas, que ao entrarem no desfile oficial na Av. Assis Chateaubriand, na orla da cidade, juntamente com os servidores da saúde e Policiais Civis, foram impedidos por policiais militares do Bope de desfilar. O desfile oficial foi suspenso por ordem do governador Teotônio Vilela Filho (PSDB).

Recife/PE: O Grito reuniu 5 mil pessoas na Praça Oswaldo Cruz, de onde saíram em caminhada pelas ruas do centro até a Av. Conde da Boa Vista. Entre os manifestantes estiveram donas de casa, trabalhadores rurais sem terra, sem teto, feministas, professores, militantes de partidos políticos, além de representantes de movimentos sindicais e de homossexuais. Foram coletadas assinaturas para o Plebiscito, bem como os educadores reivindicaram melhorias nas condições de trabalho, além da aprovação do Projeto de Lei do Piso Salarial. O ato encerrou-se na Praça do Carmo.

João Pessoa/PB: Cerca de 1,5 mil pessoas caminharam em direção do desfile oficial, onde foram barrados por tropa de choque.

Mossoró/RN: A concentração do Grito aconteceu ao lado do Ginásio Poliesportirvo Pedro Ciarllini, as pessoas foram chegando com suas bandeiras de lutas vindas do campo e da cidade, entraram após o desfile oficial com carro de som, faixas, boneco de mamulengo, músicas e palavras de ordem. Em frente ao palanque das autoridades, realizaram um protesto simbólico com vassouras, varrendo a rua e a corrupção (protestando contra as irregularidades na Câmara Municipal) e encerraram o ato em frente ao Shopping Boulevard, na Av. Alberto Maranhão, com apresentação de teatro sobre a venda da vale. Após, realizaram uma celebração e encerraram a atividade na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, onde foi servida uma feijoada a todos.

Fortaleza/CE: O Grito se concentrou na Av. César Cais, no cruzamento da Rua Renato Braga. Os manifestantes seguiram em caminhada até a Praça 31 de março, protestando contra as injustiças e desigualdades sociais, com a participação de vários movimentos sociais excluídos das políticas públicas e de proteção às garantias individuais. As crianças participaram com cartazes e caras pintadas para exigir mais direitos e uma vida melhor, os jovens reivindicaram emprego, educação. Eram mais de 10 mil pessoas no bloco dos/as excluídos/as, no final leram a carta do grito de Fortaleza.

Em Canindé, o Grito começou em frente à Paróquia de Nossa Senhora das Dores e os participantes seguiram até a Praça Doutor Aramis, no centro da Cidade.

Em Ocara, a atividade aconteceu no salão paroquial da igreja matriz, onde debateram a realidade do pais.

Em Madalena, os trabalhadores rurais fizeram uma caminha até o local onde será construído um açude Umari.

Região de Crateús/CE: O Grito aconteceu com ato público e caminhada, com paradas em frente às empresas Bradesco, Coelce e Telemar. Os manifestantes denunciaram as privatizações, meio ambiente, direitos, mulheres, saúde, educação e moradia.

Em Tauá, no sertão central, a manifestação do Grito acompanhou o desfile militar e estudantil nas ruas do centro.

Na região, aconteceram atividades do Grito nas cidades de Parambu, Independência, Quiterianópolis, Nova Russas, Poranga, Itaporanga, Tamboril e Monsenhor Tabosa.

Região de Iguatú/CE:
Na cidade de Cedro, aconteceu celebração Eucarística na Igreja matriz, onde as comunidades expressaram seus Gritos e suas conquistas, e depois aconteceu uma caminhada até o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, com três paradas e, ao final, encerraram com uma partilha de alimentos.

Em Cariús: aconteceu o ato do Grito, na seqüência do desfile oficial, com cartazes e apresentações teatrais.
Na região aconteceu o Grito nas cidades de Icó, Orós, Iguatú, Jucás, Quixelô, Acopiara, Senador Pompeu, Mombaça e Cariús.

Limoeiro do Norte/CE: instalaram tendas com urnas para o Plebiscito na Praça, onde aconteceu o desfile oficial.

O Grito aconteceu nas cidades da Diocese de Limoeiro: Jaguaruana, Ibicuitinga, Russas, Tabuleiro, Limoeiro do Norte, Jaguaribara, Jaguaruana, Potiretama, Alto Santo, Iracema, Aracati, Morada Nova, Palhano e Quixeré.

Em Crato/CE: o Grito saiu da Praça São Vicente até a Praça da Sé, com uma ala dentro do desfile oficial.

Em Brejo Santo/CE: o Grito integrou diversas atividades pela manhã, inclusive uma palestra na Escola da Comunidade Ponta da Serra. À tarde, os manifestantes caminharam após o desfile oficial que aconteceu na Praça Dionísio Rocha de Lucena e no percurso recolheram votos para o Plebiscito.

O Grito aconteceu também nas cidades de Juazeiro, Altaneira, Nova Olinda e Brejo Santo.

Região de Sobral/CE: Concentraram-se na Praça do Patrocínio e caminharam pelas principais ruas da cidade com parada na Praça do Bosque, onde houve apresentações teatrais e barracas com temas específicos do Grito e falas. Os manifestantes continuaram a caminhada em direção ao mercado público onde fizeram um abraço simbólico no mercado, contaram com a participação das escolas públicas e particulares, Pastorais Sociais, Sindicatos, associações comunitárias, Igrejas, grupos e comunidades.

O Grito aconteceu também nas cidades de Ipu, Bela Cruz, Sobral, Santana do Acaraú,
Mucambo, Catunda, Aranaú, Coreaú, Acaraú, Cruz, Reriutaba, Groaíras, Santa Quitéria, Marco, BO Massapé, Jijoca de jericocoara, Alcântaras, Frecheirinha, Meruoca, Varjota, Senador Sá, Pacujá.

Região de Itapipoca/CE: O Grito aconteceu nas cidades: Itapipoca, Tururu, Amontada, Miraíma, Itarema, Pentecoste, Trairi.

Região de Tianguá/CE: Aconteceu uma celebração na catedral, e depois se concentraram em frente à igreja para manifestação durante o desfile oficial.
O Grito aconteceu também nas cidades de Viçosa do Ceará e São Benedito.

Teresina/PI: O Grito aconteceu em paralelo ao desfile oficial, na Av. Frei Serafim, protestando contra, corrupção, fome, reforma política, etc.

São Luiz/MA: Houve manifestação e panfletagem durante o desfile oficial.

Agende-se:
22 e 23/09 – Plenária Nacional da Assembléia Popular, local: Casa de Retiro Assunção (SGAN – Av. L2 Norte, 611 módulo E, Brasília/DF – a referência é a placa com este mesmo nome, Tel. 61 32745336).
24/09 – Plenária do Comitê pela Anulação do Leilão da Vale do Rio Doce, em Brasília.
25/09 – Entrega dos resultados do Plebiscito, em Brasília, no Executivo, Legislativo e Judiciário (STF e STJ)..

Não se esqueçam: Mandem informações de como foi a realização do Grito em sua região, para o próximo Ecos.

Expediente
Secretaria Nacional do Grito dos Excluídos Tel. (11) 2272-0627
Ari Alberti, Karina da Silva Pereira, Maria Goretti Rodrigues
Correio eletrônico: gritonacional@ig.com.br / gritonacional@terra.com.br
www.gritodosexcluidos.org

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